
JULGAMENTO
Conto1
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Monique Knox |
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TÍTULO: |
Num Pais
Tão Distante Desse Instante |
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JURADO |
NOTA |
COMENTÁRIO |
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Marco
Antunes |
7,5 |
O
conto infantil requer redobrado cuidado com símbolos e ícones. A”velha”, assim definida, vem reforçar um preconceito com
os idosos, por isso a lenda moderna evita esse tipo de caracterização.
Lembrem-se de que o texto oferecido como meditação traz bem claramente a
idéia do conto que se procurava. |
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Cida
Sepúlveda |
8 |
Em
"pensou em sua MÃE DE OLHOS FECHADOS - Ele, ou a mãe, de olhos fechados?
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|
Liana
Ferreira |
8 |
O contista precisa fazer uma revisão
na pontuação e na gramática. A não observância do espaçamento entre as
palavras após a pontuação desvaloriza o texto. A utilização de “a velha” para
simbolizar a síntese da maldade está ultrapassada, é deselegante e
preconceituosa |
|
Cristiane
Brum |
7,5 |
Alguns
equívocos de pontuação, mas nada que comprometa a narrativa. Achei, no
entanto, o texto muito tradicional, não só do ponto de vista do enredo, mas
também do tipo de imagem que cria. Por exemplo, o perigo em forma de “velha
bruxa” não me pareceu muito politicamente correto nestes tempos de “melhor
idade”. A degradação da floresta é outro ponto que ficou sem encaixe e,
portanto, sem muita serventia para o desenrolar da
história. |
|
Luci
Afonso |
7,5 |
Este conto parece uma mistura de várias estórias conhecidas. Há incorreções ortográficas e gramaticais. O ritmo é lento. O ponto positivo é a coragem demonstrada pelos dois irmãos. |
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38,5 |
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Conto2
|
Roberto Klotz |
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|
TÍTULO: |
A Bruxa Que Não Queria Ser Bruxa |
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JURADO |
NOTA |
COMENTÁRIO |
|
Marco
Antunes |
9 |
Iconografia
muito bem trabalhada, afinal a idéia da metamorfose é sempre muito positiva,
temer-se-ia por um indesejável maniqueísmo do tipo bruxa=má versos fada=boa;
mas é tão simpático o mundo das endiabradas bruxas na visão do autor que
consegue amenizar esta idéia. |
|
Cida
Sepúlveda |
9 |
Muito
bem narrado, muito criativo. Por isso mesmo, é fundamental não se omitir o
seguinte questionamento: bruxa e fada são faces de um mesmo ser, portanto é
justo colocá-las em posições opostas, excludentes? Inclusive, Catuxa é uma bruxinha boa. |
|
Liana
Ferreira |
9 |
Bruxas e fadas deveriam dar uma
variada nos guarda-roupas. Se o problema é a indumentária, essa Catuxa vai já se cansar de ser fada. Este é um tema que
está presente no imaginário infantil e pincelado de graciosidades como está,
nesse conto interessante e fantasioso, agrada-me bastante. É necessário fazer
uma revisão na pontuação. Também penso ser conveniente trocar “senão” por
“pois” em “...senão o fio da eletricidade não
seria...”, e determinar quem recebeu o beijo em: “A mãe do garoto agradeceu
por ela ter acabado com as asinhas do seu anjinho e deu um beijo.” |
|
Cristiane
Brum |
7,5 |
Interessante
a idéia da bruxa que quer ser uma fada, mas achei fraca a justificativa da
bruxinha para isso. Ok, ok,
é uma história infantil, mas querer ser fada só porque a roupa é mais bonita
que a de bruxa – e de salto alto! – ficou meio fútil. A questão da tradição
familiar poderia ter sido melhor explorada no texto,
pois esse seria um gancho bem mais interessante pra desenvolver a
dramaticidade do conto. E, óbvio, o debate da bondade/maldade, que também
poderia ter aparecido com mais ênfase. |
|
Luci
Afonso |
9 |
Enredo criativo, recheado de detalhes interessantes, como o nome da bruxinha, a receita para virar fada, a “alegria ralada”. Ritmo excelente. Catuxa dá uma verdadeira lição de ética. |
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43,5 |
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|
Conto3
|
Soraia
Maria Silva |
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TÍTULO: |
Eternas Lembranças |
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|
JURADO |
NOTA |
COMENTÁRIO |
|
Marco
Antunes |
7,5 |
É um
conto de um adulto visitando as lembranças infantis, em que pese a toda
beleza poética, faltou muito da fantasia que o desafio explicitamente pedia.
Não considero o desafio inteiramente cumprido. |
|
Cida
Sepúlveda |
8 |
O texto, bem escrito, tem estrutura
formal bem conhecida. O narrador
parece se condoer com as emoções do protagonista, o que prejudica uma retratação
mais ousada. O
texto privilegia quantidade de lembranças em detrimento de uma possível
exploração mais eficaz do “ tombo”. |
|
Liana
Ferreira |
8 |
O conto não está adequado ao
tema proposto no desafio. Mas é interessante e bem escrito. |
|
Cristiane
Brum |
6 |
Não
me pareceu um texto feito para crianças, apesar de ser esse o exercício
proposto e de o início do conto indicar isso. Tampouco as lembranças são de
criança. Ainda que algumas imagens revelem um certo
lirismo suave, que poderia remeter ao universo infantil, a conclusão não vai
por esse caminho. Acho ainda que o texto perde em
intensidade com o longo parágrafo de recordações sobrepostas e com o
vai-e-vem do narrador, que ora está nos pensamentos da personagem, ora está
observando a cena |
|
Luci
Afonso |
7,5 |
Belo conto sobre a infância, mas não é para crianças. A citação de Machado de Assis já anuncia o tema adulto. A nota se deve exclusivamente ao não-cumprimento do desafio, pois o conto, repito, é belo. |
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37 |
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|
Conto4
|
Mônica Thaty |
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TÍTULO: |
Os Lápis de Cor
Mágicos |
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|
JURADO |
NOTA |
COMENTÁRIO |
|
Marco
Antunes |
10 |
Singelo
e delicado! Belas imagens e uso da fantasia com elegância e modernidade. |
|
Cida
Sepúlveda |
10 |
Excelente texto. A finalização é
fundamental, pois tira qualquer dúvida a respeito de uma aparente
simplificação dos problemas humanos e suas soluções, quando surpreende o leitor, mostrando que a
estória é uma alegoria para chegar à função da arte. Sugiro
revisão do parágrafo:
“....desenhava casas, até brinquedos”. “Até brinquedos” soa preconceituoso.
Neste sentido, é bom rever o texto diversas vezes, catando “sobrinhas”, “excedências”, etc.
|
|
Liana
Ferreira |
10 |
“Numa folha qualquer eu desenho
um sol amarelo. E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo”. O autor
conseguiu transmitir, com criatividade e extrema sensibilidade, a beleza da
alma humana em contraponto à realidade de um mundo tão cruel e desumano. O
uso de “menino-filho” e “menino-pai” é de uma beleza ímpar. |
|
Cristiane
Brum |
10 |
Lindo,
realmente muito lindo. Singelo, porém de uma profundidade arrebatadora.
Fiquei com uma vontade tremenda de conseguir uma caixa de lápis de cor pra
sair enfeitando o mundo. E o final, muito bem trabalhado, consegue sintetizar
a intenção do autor sem pieguice. |
|
Luci
Afonso |
10 |
Estória encantadora, texto irretocável. Abordagem sensível da perda na infância de um ente querido. |
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50* |
*PRIMEIRO CONTO DO DESAFIO A MERECER NOTA 10 DE TODOS OS JURADOS |
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Conto5
|
Osmar Lannes |
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|
TÍTULO: |
A Ameixa De
Ouro |
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JURADO |
NOTA |
COMENTÁRIO |
|
Marco
Antunes |
8 |
O
problema aqui é o tradicionalismo da história quando o texto-base pedia uma
criação mais moderna e corajosa. No entanto, está bem escrito e apesar de
alguns inconvenientes como as objeções da avó à juventude onde se lê frases
de difícil decodificação por crianças tais como “ciúme das cortesãs”, ainda é
um bom texto. |
|
Cida
Sepúlveda |
9 |
Excelente colagem de estória
popular com final híbrido – tradição e inovação. Beleza é simples e discreta. |
|
Liana
Ferreira |
9,8 |
Todos os elementos que compõem a magia dos contos
infanto-juvenis estão aqui contemplados. Nessa história, utilizando-se de
modelo tradicional, o contista consegue nos manter atentos ao seu desenrolar,
enquanto desperta em nós emoções variadas, tais como compaixão, medo e
decepção. Há, porém, algumas expressões que não estão afinadas com o texto,
entre elas, “o incômodo sangramento mensal” e “os ciúmes das cortesãs”. Hoje
à noite vou contá-la às crianças lá de casa... mas
vou suprimir a adjetivação da feiticeira. |
|
Cristiane
Brum |
8 |
Apesar
do início bastante tradicional da narrativa, achei interessante o final, com
os pedidos mais “práticos” da avó. O tom, porém, não me pareceu adequado ao
universo infantil. Não sei se a narração dos percalços da vida que a avó não
quis reviver ao fazer os seus pedidos teria sentido para uma criança que
lesse o texto (“ciúmes das cortesãs”, por exemplo). |
|
Luci
Afonso |
8,5 |
O enredo é complexo e algumas expressões fogem à compreensão infantil, como “representação viva do abandono”. O antepenúltimo parágrafo destoa. É bonita a imagem da árvore preciosa. |
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43,3 |
|
|
Conto6
|
Ari Gurcz |
||
|
TÍTULO: |
O
Menino e o Muro |
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|
JURADO |
NOTA |
COMENTÁRIO |
|
Marco
Antunes |
8 |
A
idéia é que a leitura permite olhar por cima do muro? Se é,
ficou muito sutil, talvez em excesso para a fruição infantil! É um conto gostoso de se ler (embora tenha umas inconveniências de
linguagem) mas é interessante e merece ser mais trabalhado para a edição. |
|
Cida
Sepúlveda |
8 |
Muito
bem escrito, mas cada parágrafo do texto daria um conto. Há muita descrição
em detrimento do conflito que é a força motriz da ficção. |
|
Liana
Ferreira |
8,5 |
Gostei muito de ver o livro que
abre portas e janelas para todos os mundos possíveis, em oposição ao muro
alto, que isola, embora possa proteger um mundo todo particular. |
|
Cristiane
Brum |
8,5 |
:
Achei a história bastante singela e interessante, com um desenlace a
contento. Mas confesso que não entendi bem o papel do muro na narrativa.
Especialmente porque está no título, o que sugere uma função central na
história, mas vai desaparecendo ao longo do texto. Não consegui compreender
se isso foi intencional – e com que intenção exata? – ou passou despercebido
pelo (a) autor (a). |
|
Luci
Afonso |
8 |
O gatinho, o muro, a escola, tudo fica meio perdido no texto. Mas os livros, pelo menos, desempenham papel importante na estória. |
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41 |
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|
Conto7
|
Ray Cunha |
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|
TÍTULO: |
Heliotrópio |
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|
JURADO |
NOTA |
COMENTÁRIO |
|
Marco
Antunes |
7 |
É
interessante, mas a impressão mais forte que fica é a de que o autor não quis
sair de sua zona de conforto e fez um conto infantilizado, mas nunca
infantil. Algumas imagens, honestamente, me pareceram de horror! As músicas
citadas, por exemplo, não ajudaram em nada ao clima fantástico. Embora a
intenção da “cura pelo abraço” fosse muito interessante, o texto deixou a
desejar como literatura para criança. |
|
Cida
Sepúlveda |
8,5 |
Excelente
enredo. O rebuscamento da linguagem parece ser
proposital, mas está um pouco excessivo. |
|
Liana
Ferreira |
8,9 |
A história de vida carregada de
dor dessa mocinha com nome engraçado de planta, em princípio me pareceu não
recomendável para menores de 16 anos. Mas reconsiderei! Afinal, o câncer está
tão perto de todos nós que é bom mesmo que apareça nas histórias para
crianças. Isso pode diminuir o preconceito e ajudar na prevenção. Mas é
preciso ter coragem! |
|
Cristiane
Brum |
6 |
Este
foi outro texto que me deixou em dúvida. Não parece ter sido escrito por uma
criança, nem narrado por uma criança, nem destinado a uma criança. Aliás, o
clima um pouco mórbido está longe de ser infantil e não se resolve com o
final fantástico, apesar do lirismo. Ainda que o exercício permita a produção
de um texto que “fale à criança que vive dentro de cada ser humano”, a minha
não se sentiu contemplada. |
|
Luci
Afonso |
7,5 |
Creio que uma criança não apreciaria a atmosfera asfixiante deste conto. Talvez um adolescente, pois a ambientação se assemelha à de muitos mangás. O texto é poético e misterioso, mas não cumpre o desafio. Por isso, a nota. |
|
37,9 |
|
|
Conto8
|
Antônio Cardoso Neto |
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|
TÍTULO: |
Pirata |
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|
JURADO |
NOTA |
COMENTÁRIO |
|
Marco
Antunes |
10 |
Inteligente
e sensível, este conto soube entrar no universo infantil sem perder de vista
que era um adulto quem escrevia. A identificação da personagem com o cão e o
inusitado final feliz de menino, desvencilhando-se da infância pela aceitação
serena da morte do amigo é brilhante! |
|
Cida
Sepúlveda |
8 |
O
trágico de se perder um cachorrinho não está contemplado, embora haja toda
uma preparação para tal. |
|
Liana
Ferreira |
9,5 |
Um cachorro vira-latas,
dorminhoco e de aparência desajeitada, tem como companheiro de brincadeiras e
conversas um menino observador e delicado. O conto está cheio de simbologias
do universo infantil: irmãos que brigam, mas se amam; comida na casa da avó;
picolés de groselha; cachorros que passam ilesos embaixo de carros, e a
dolorosa, mas necessária, primeira grande experiência com morte. |
|
Cristiane
Brum |
9,5 |
Bastante
realista e impressionante a narrativa deste conto. A situação, por demais corriqueira, foi tratada com habilidade e
sensibilidade pelo (a) autor (a), causando um bonito efeito de proximidade
entre leitor/personagem. Um pouco triste, é verdade. Exatamente como a vida,
algumas vezes. |
|
Luci
Afonso |
10 |
Um menino e seu cão. O amor inocente e confiante de que só a criança é capaz, narrado com tal beleza que parece a primeira vez que se conta tal estória. |
|
47 |
|
|
Conto9
|
Washington Dourado |
||
|
TÍTULO: |
Uma Vela No Dia Das Crianças |
|
|
JURADO |
NOTA |
COMENTÁRIO |
|
Marco
Antunes |
9 |
Bonita
e sensível narrativa. O Robinho é um tipo
inesquecível, um amigo para sempre. O final triste fica deslocado e sem uma
função exata. |
|
Cida
Sepúlveda |
7 |
A
narração é uma somatória de fatos. Não existe conflito. |
|
Liana
Ferreira |
8 |
Consegui imaginar os olhinhos
brilhantes desses meninos e, em dado momento, até o cheiro azedo de suas
cabeças suadas. Mesmo assim, acho que faltou algo que o tornasse envolvente.
O último parágrafo está em desacordo com todo o resto. |
|
Cristiane
Brum |
9,5 |
A
história do Robinho é ótima, não havia a menor
necessidade da introdução e do final do texto. Acho, aliás, que a introdução
tira a força da narrativa, sem acrescentar muito à história – mesmo sem saber
se foi um truque estilístico do (a) autor (a) ou algo que realmente
aconteceu. |
|
Luci
Afonso |
8,5 |
O autor consegue falar como criança sobre temas difíceis. A linguagem é bem acessível. Final inesperado. |
|
42 |
|
|
Conto10
|
Artur Adolfo
Cotias e Silva |
||
|
TÍTULO: |
A
Espada de Ashalow |
|
|
JURADO |
NOTA |
COMENTÁRIO |
|
Marco
Antunes |
8 |
A
narrativa tem vivacidade e mostra talento do (a) autor (a) para o gênero de
aventura. No entanto, mesmo com o final surpreendente, não despertou meu
entusiasmo de leitor. |
|
Cida
Sepúlveda |
9,5 |
Na frase; “...O
mago então, volta o olhar em direção......e sorri, MAS....” Verificar a adequação do uso do
advérbio O texto prende e o fechamento é
criativo. Simples,
envolvente e despretensioso. |
|
Liana
Ferreira |
9 |
Gostei da velocidade da
narrativa e achei a história bem interessante. Acho que já vi um pé de quaderpiranga no Parque Olho d’Água
bem pertinho de um pé de bloquéia. |
|
Cristiane
Brum |
8,5 |
Boa
narrativa, ainda que a história seja muito “de menino”
pro meu gosto. O final é surpreendente e interessante, mas não propriamente
infantil. Talvez, para uma leitura infantil, ele precisasse ser um pouco mais
explicado. |
|
Luci
Afonso |
9 |
É interessante ir percebendo que se trata de uma brincadeira, mas a menção à platéia, na metade do conto, tira um pouco da surpresa no final. Eu terminaria em “...machucar o vovô”. O restante é dispensável. |
|
44 |
|
|
Conto11
|
Cinthia Nunan |
||
|
TÍTULO: |
A Assembléia das Chaves |
|
|
JURADO |
NOTA |
COMENTÁRIO |
|
Marco
Antunes |
10 |
O
jogo com a polissemia foi genial! A história tem todos os elementos das boas
histórias infantis. O humor é o toque principal! |
|
Cida
Sepúlveda |
10 |
Muito engraçadinho. Engenhoso.
Seria melhor se acompanhado de desenhos de todos os tipos de chaves
descritos. |
|
Liana
Ferreira |
9,7 |
Idéia muito criativa,
principalmente porque usa a palavra chave em suas várias acepções. Ficaria
muito interessante em uma revista em quadrinhos. É perfeita para agradar as
crianças que permanecem dentro de nós, mas desconfio que não esteja adequada
às crianças reais, embora algumas já tragam um adulto dentro delas. |
|
Cristiane
Brum |
9 |
Muito
interessante a idéia de uma assembléia de chaves, especialmente pelo
divertido jogo de palavras deste conto. Daria um ótimo desenho animado, não?
Creio, contudo, que talvez alguns trocadilhos sejam melhor
apreciados somente pelos adultos, afinal a ironia é um tipo de humor que não
combina com a literalidade do humor infantil (ainda que as crianças de hoje
sejam muuuuiiiiiito mais espertas do que nós
éramos). |
|
Luci
Afonso |
10 |
Muito engenhoso e divertido. Acho que o uso do itálico polui o texto. |
|
48,7 |
|
|
|
Maria Raquel Melo |
||
|
TÍTULO: |
A menina e o vento |
|
|
JURADO |
NOTA |
COMENTÁRIO |
|
Marco
Antunes |
10 |
Belo, inteligente,
infantil e honesto! Um grande conto! Só gostaria de registrar, como mera
curiosidade, que, na cultura chinesa, de onde se originaram os papagaios e
pipas, existe um livro clássico chamado I Ching, no
qual a simbologia do vento e da planta é a mesma: o trigrama Sun (a suavidade) |
|
Cida
Sepúlveda |
10 |
Belíssimo conto. Dá
gancho para outras aventuras. |
|
Liana
Ferreira |
10 |
A criatividade desse conto aguça a nossa
imaginação e nos seduz. Danadinha essa Consuelo! Desejando liberdade,
sonhando alto em ter as rédias do seu destino em
suas mãos, sob seu controle. Não se conforma com o que lhe está reservado,
pois percebe que tem um outro modo de viver mais
atraente. Lança-se ao campo do adversário, usa as armas dele, vence-o, e
ainda se faz admirar. É rainha com cetro e voz ativa. Prepara-se para
enfrentar qualquer mudança e está aberta a novidades. Isso porque encontrou
sua energia interior, sua força feminina, seu pé-de -vento. Parabéns! |
|
Cristiane
Brum |
10 |
Muito bonito este
conto. Temas densos, tratados com tanta sutileza, acrescentam força à
narrativa inteligente e singela. Achei interessante a idéia da transformação
do vento em árvore, e a promessa de que a chuva também se transformaria em
mais uma amiga da personagem. |
|
Luci
Afonso |
9,5 |
É inspiradora a amizade entre a menina solitária e a natureza. O ipê amarelo iluminou e a chuva de verão refrescou o texto. |
|
49,5 |
|
|
Conto13
|
Lacy
Mesquita |
||
|
TÍTULO: |
O menino azul |
|
|
JURADO |
NOTA |
COMENTÁRIO |
|
Marco
Antunes |
8,5 |
Interessante e lírico, a se
lamentar, no entanto, o tamanho excessivamente curto do conto. |
|
Cida
Sepúlveda |
7 |
Texto desprovido de conflito.
Não há esboço ficcional, mas apenas descrições. |
|
Liana
Ferreira |
8 |
Aceito o convite porque fiquei encantada com a
possibilidade de uma viagem mágica. A idéia central desse conto é de extrema
delicadeza, mas ficou desvalorizada pela utilização de parágrafos curtos e
desarmônicos. Sugiro ao autor que o reescreva sem a pressa e a pressão do
desafio. Atenção para a grafia correta de pôr-do-sol e super-homem. |
|
Cristiane
Brum |
7 |
Apesar
da linguagem lírica, que me agradou, achei o conto apressado, como se o (a)
autor (a) estivesse apressado (a) em concluir a tarefa e faltassem idéias
melhores. O final, com o chamamento ao leitor, também não funcionou, na minha opinião. |
|
Luci
Afonso |
8 |
Traz belas imagens, como a do “menino sincero e sozinho”, mas precisa de aprofundamento. |
|
|
||